meus escritos

Dar a conhecer à comunidade os textos de minha autoria, alguns publilcados em coluna semanal em jornal aqui da terra - Cruzieor/SP - ou partes de alguns de meus livros.

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Terra Blog

Arquivo de: Agosto 2008, 28

28.08.08

ONDE TUDO COMEÇOU -5

Disso tudo deveria nascer uma religião forte como servia ao império romano. Veio ainda a ser criados os simbolismos da Sagrada Família e de todos os Santos, mas as verdades do real cânone do Novo Testamento e parte das Sagradas Escrituras deviam ser suprimidas ou ocultadas, inclusive as obras de Sócrates e outras Filosofias contrárias aos interesses da Igreja que nascia.
Quando Roma tornou-se o famoso império mundial, assimilou no seu sistema os deuses e as religiões dos vários países pagãos que dominava. Com certeza, a Babilônia era a fonte do paganismo desses países, o que nos leva a constatar que a religião primitiva da Roma pagã não era outra senão o culto babilônico. No decorrer dos anos, os Líderes da época começaram a atribuir a si mesmos o poder de "senhores do povo" de Deus, no lugar da Mensagem deixada por Cristo. Na época da Igreja Primitiva, os verdadeiros Cristãos eram jogados aos leões. Bastava se recusar a seguir os falsos ensinamentos e o castigo vinha a galope. O paganismo babilônico imperava a custa de vidas humanas.
Por influência dos imperadores Constantino e Teodósio, o Cristianismo tornou-se a religião oficial do Império Romano e entrou no desvio. Institucionalizou-se; surgiu o profissionalismo religioso; práticas exteriores do paganismo foram assimiladas; criaram-se ritos e rezas, ofícios e oficiantes. Toda uma estrutura teológica foi montada para atender às pretensões absolutistas da casta sacerdotal dominante, que se impunha aos fiéis com a draconiana afirmação : "Fora da Igreja não há salvação".
Além disso, Constantino queria um Império unido e forte, sem dissensões. Para manter o seu domínio sobre os homens e estabelecer a ditadura religiosa, as autoridades eclesiásticas romanas deviam manter a ignorância sobre as filosofias e Escrituras. A mesma Bíblia devia ser diferente. Devia exaltar Deus e os Patriarcas mas, também, um Deus forte, para se opor ao próprio Jeová dos Hebreus, ao Buda, aos poderosos deuses do Olimpo.
Esta lógica foi adotada pelas forças clericais mancomunadas com a política romana, que precisava desta religião forte o bastante para impor-se aos povos conquistados e reprimidos por Roma para assegurar-se nas regiões invadidas, onde dominavam as terras, mas não o espírito dos povos ocupados. Em troca, o Cristianismo ganhava a Universalidade, pois queria se tornar "A Religião Imperial Católica Apostólica Romana", a Toda Poderosa, que vinha a ser sustentada pela força, ao mesmo tempo em que simulava a graça divina, recomendando o arrependimento e perdão, mas que na prática, derrotava seus inimigos a golpes de espada.
Então não era da tolerância pregada pelo Cristianismo que Constantino precisava, mas de uma religião autoritária, rígida, sem evasivas, de longo alcance, com raízes profundas no passado e uma promessa inflexível no futuro, estabelecida mediante poderes, leis e costumes terrenos.
Para isso, Constantino devia adaptar a Religião do Carpinteiro, dando-lhes origens divinas e assim impressionaria mais o povo o qual sabendo que Jesus era reconhecido como o próprio Deus na nova religião que nascia, haveria facilidade de impor a sua estrutura hierárquica, seu regime monárquico imperial, e assim os seus poderes ganhariam amplos limites, quase inatingíveis.
Quando Constantino morreu, em 337, foi batizado e enterrado na consideração de que ele se tornara um décimo terceiro Apóstolo, e na iconografia eclesiástica veio a ser representado recebendo a coroa das mãos de Deus.
Outras e ferrenhas discussões aconteceram quando da determinação de quais seriam os livros considerados ou não dentro das Sagradas Escrituras, pois não havia consenso para isso.
Os quatro evangelhos canônicos, que se acredita terem sido inspirados pelo Espírito Santo, não eram aceitos como tais no início da Igreja. O bispo de Lyon, Irineu, explica os pitorescos critérios utilizados na escolha dos quatro evangelhos (reparem na fragilidade dos argumentos...) : "O evangelho é a coluna da Igreja, a Igreja está espalhada por todo o mundo, o mundo tem quatro regiões, e convém, portanto, que haja também quatro evangelhos. O evangelho é o sopro do vento divino da vida para os homens, e pois, como há quatro ventos cardinais, daí a necessidade de quatro evangelhos. (...) O Verbo criador do Universo reina e brilha sobre os querubins, os querubins têm quatro formas, eis porque o Verbo nos obsequiou com quatro evangelhos”.

A VERDADE VAI CHEGANDO

O homem é um animal sempre a procura de sua verdade. Ele não sabe que verdade é essa, mas procura incessantemente. Vai acabar achando. Temos pela frente os inúmeros mistérios que nos rondam e nos deixam temerosos de descobri-los, mas continuamos a procurar.
São muitas as experiências que fazemos. São muitas as descobertas que fazemos. Com elas descobrimos o quanto nossa vida pode ser melhorada e prolongada.
Temos muita preocupação com o exterior também. Ainda agora as sondas espaciais americanas vasculham o solo marciano a procura de vida. Vestígios de água animam os cientistas e acham que isso possa ser sinal de vida. E vida é o que não falta por lá. Apenas nem desconfiam onde achá-la.
A vida no planeta Marte é subterrânea.
Quem faz essa observação é o jovem Boris Kipriyanovich, ou Boriska. Esse menino tem apenas doze anos e nasceu a 11 de janeiro de 1996, na cidade de Zhirinovsk – Rússia. Conta sua mãe que com apenas quinze dias conseguia sustentar a própria cabeça; começou a falar aos quatro meses e com um ano e meio já lia jornais. Aos dois anos, já no jardim de infância, observaram os professores que ele aprendia tudo com facilidade e era de uma memória extraordinária.
Boriska há anos vem aparecendo em jornais, revistas e documentários do mundo inteiro. É considerado um dos mais destacados seres humanos por seus dotes especiais, alto grau de inteligência e surpreendentes conhecimentos sobre o Universo, extraterrestres, o passado arcaico da Terra, mistérios da antiguidade e futuro do planeta.
Ainda conforme sua mãe, Boriska costuma visitar um local próximo de sua cidade, a montanha Medvedetskaya Gryada, considerada “zona anômala”, onde ele encontra o ambiente ideal para o que ele chama de reposição de suas energias. “Muitas vezes ele se senta em posição de lótus e começa a falar detalhadamente sobre o planeta Marte, sistemas planetários e outras civilizações”. Um dos temas preferidos do rapaz é o espaço cósmico. Ele afirma que viveu em Marte e diz que o planeta é habitado, embora tenha, uma vez, perdido sua atmosfera depois de uma enorme catástrofe e eles, os marcianos, vivem em cidades subterrâneas.
Boriska diz que costumava visitar a Terra pilotando uma nave espacial e que nosso planeta era dominado pela civilização Lemuriana cujo declínio, que ele presenciou, fora causado pela degradação espiritual daquela Humanidade. Após a leitura de um livro, Boriska ficou muito entusiasmado com as descrições dos lemurianos, as imagens dos templos tibetanos e passou muitas horas falando com os pais sobre a Lemúria, seu povo, sua cultura. Segundo ele, os lemurianos dominaram a Terra há setenta mil anos e eram gigantes de nove metros de altura. Perguntado como sabia essas coisas respondeu: “Eu sei, eu vi”.
Olhando as figuras desse livro, Boriska comentava sobre as pirâmides, os santuários e revelou: “As pessoas não vão encontrar os conhecimentos antigos embaixo da Grande Pirâmide de Quéops. Esse conhecimento está oculto no subterrâneo de uma outra pirâmide que ainda não foi descoberta”, e acrescentou: “A Humanidade vai se surpreender e até mudar quando conseguirem abrir a Esfinge; há um mecanismo de abertura em algum lugar atrás de uma orelha, não me lembro exatamente onde”.
Ele nos adverte sobre a alteração dos pólos magnéticos da Terra que, em breve, causará duas grandes catástrofes – sem citá-las. Uma será em 2009 e a outra em 2013. Poucos sobreviverão. “Você tem medo da morte?” “Não, eu não tenho medo da morte porque nós vivemos eternamente. Houve uma catástrofe em Marte, onde eu vivia. Pessoas ainda vivem lá. Houve uma guerra nuclear e tudo virou cinza. Mas eles construíram abrigos e criaram novas armas. Os marcianos, em geral, respiram dióxido de carbono. Se viajassem para outro planeta teriam de se manter vivos usando respiradouros adequados”.
Estes relatos, que mais parecem ficção cientifica, são ditados por verdades que aos poucos vão nos chegando, assustando e nos preparando para um futuro breve, muito breve.