meus escritos

Dar a conhecer à comunidade os textos de minha autoria, alguns publilcados em coluna semanal em jornal aqui da terra - Cruzieor/SP - ou partes de alguns de meus livros.

meus escritos

Dar a conhecer à comunidade os textos de minha autoria, alguns publilcados em coluna semanal em jornal aqui da terra - Cruzieor/SP - ou partes de alguns de meus livros.
<  Agosto 2008  >
S T Q Q S S D
        1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31
Buscar
Receba os posts
Terra Blog

Arquivo de: Agosto 2008

31.08.08

D.A.D.I.A.

Você consegue imaginar o que seja essa sigla acima?
Pasmem, mas, significa Desordem da Atenção Deficitária na Idade Avançada. Não ria, pois, se você tem 35 anos ou mais, você vai chegar lá.
Abelardo – personagem desta leitura – apresentava sérias dificuldades e esquisitos sintomas. Foi diagnosticado que ele, que tem apenas 35 anos, está com DADIA. É ele que nos conta.
-Outro dia decidi lavar o carro; peguei as chaves e rumei em direção à garagem, quando notei minha correspondência largada em cima da mesa...
OK, vou lavar o carro, mas antes vou dar uma olhadinha na correspondência, pois pode ter alguma coisa urgente...
Ponho as chaves do carro na escrivaninha ao lado e, olhando a correspondência, vejo que tem muita propaganda inútil, pelo que decido jogá-las fora, quando noto que a lixeira está cheia...
Então tá, vou esvaziar a lixeira. Coloco as contas sobre a escrivaninha, mas lembro que tem um caixa eletrônico bem perto de casa, vou primeiro pagar as contas...
Coloco a lixeira no chão, pego as contas e vou em direção à porta...
Onde está o talão de cheques? Achei, mas só tem uma folha. Tem talão novo na escrivaninha...
Ao passar pela mesa de jantar, encontrei...aquele refrigerante que eu estava tomando. Vou pegar o talão, mas antes vou guardar o refrigerante na geladeira...
Estou andando em direção à cozinha quando noto que as flores no vaso parecem murchas, é melhor trocar a água antes...
Coloco o refrigerante no balcão da cozinha, quando...Ah! Achei meus óculos!
Estava procurando desde manhã! É melhor guardá-los logo...
Pego uma vasilha, encho de água e vou em direção ao vaso...
Deixaram o controle remoto da TV aqui em cima. À noite quando formos assistir, ninguém vai se lembrar de procurar na cozinha. É melhor levá-lo para a sala. Mas...
Ponho meus óculos sobre a mesa e pego o controle...
Estou colocando água na planta. Mas caiu um pouco no chão.
Jogo o controle no sofá e vou buscar o pano...
Vou andando pelo corredor e penso que precisava trocar a moldura deste quadro...
Estou indo, quando tento me lembrar o que é que eu estava indo fazer...
Ah! Os óculos... Depois! Primeiro o pano. Pego...
Vou em direção às flores, mas vejo a lixeira cheia...
Final do dia: o carro continua sujo, as contas não foram pagas, o refrigerante continua lá, quentinho, as flores foram aguadas pela metade, só tenho uma folha de cheque e não sei onde estão as chaves do carro!
Quando tento entender porque nada foi feito hoje, fico atônito, pois sei que estive ocupado o dia inteiro!!!
Percebo que isto é uma coisa seriíssima e que irei em busca de auxílio, mas antes, acho que vou checar minha correspondência...
Se você leu esta crônica é porque devo tê-la escrito. Ou não? Ou será que falei e não escrevi? Alguma coisa foi feita, claro! Mas, o quê?
.................................................................................................................................
Não ria de nosso querido Abelardo, ele está precisando de ajuda. Mas será que você também não estará assim, hein?
Deixe-me mostrar-lhe algo muito interessante. Em 2001/2002, no mundo inteiro se gastou cinco vezes mais com implantes de silicone e com Viagra do que na investigação e pesquisas sobre o Mal de Alzheimer.
O que se pode prever é que, daqui a trinta anos, haverá um grande número de pessoas idosas com seios enormes – bundas também – e ereções extraordinárias, mas, incapazes de se lembrar para que servem.
Agora, disfarce e retire esse seu risinho irônico da cara, tá?


30.08.08

E O PERDÃO?

Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.
(Mateus, VI:7)
Se perdoardes aos homens as ofensas que vos fazem, também vosso Pai celestial vos perdoará os vossos pecados. Mas se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará os vossos pecados.
(Mateus, VI:14 e 15)
Se vosso irmão pecar contra ti, vai e corrige-o entre ti e ele somente; se te ouvir, ganhado terás o teu irmão. Então, chegando-se Pedro a ele, perguntou: Senhor, quantas vezes poderá pecar meu irmão contra mim, para que eu lhe perdoe? Será até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas que até setenta vezes sete vezes.
(Mateus, XVIII: 15, 21 e 22)

O Mestre era a Mansuetude e o Amor Puro e isso transferia aos seus discípulos como ensinamento básico de sua Doutrina. “Perdoarás, mas sem limites; perdoarás cada ofensa, tantas vezes quantas ela te for feita; ensinarás a teus irmãos esse esquecimento de si mesmo, que nos torna invulneráveis às agressões, aos maus tratos e às injúrias; serás doce e humilde de coração, não medindo jamais a mansuetude; e farás, enfim, para os outros, o que desejas que o Pai celeste faça por ti. Não tem Ele de te perdoar sempre e acaso conta o número de vezes que o seu perdão vem apagar as tuas falhas?” (ESE).
Sempre cercado de seus discípulos e de pessoas interessadas em seus ensinamentos, Jesus andava de aldeia em aldeia, de pequenos povoados a Jerusalém pregando a Doutrina do Amor, da Compreensão, da Compaixão e do Perdão. Não apenas ensinava, mas, principalmente exemplificava. Foi traído pelos seus próprios seguidores, mas amava a todos indistintamente.
A cada um dava um nome e uma tarefa. A Simão, o pescador, deu o nome de Pedro e, por ser o mais velho, incumbiu-o de liderar o grupo quando se fosse. A Levy, o coletor de impostos e de todos o mais culto, deu o nome de Mateus e o fez a cabeça pensante, a Tomé chamou de Dídimo e assim por diante.
João, o mais novo de todos, que lhe era muito chegado, o fez confidente e aprendiz. Mas foi a Judas, o de Iscariotes, que deu a maior e mais aterradora das missões. Tinha Jesus de se libertar do invólucro humano para voltar ao Pai, exemplificando seus ensinamentos. “Libertarás o homem que habita em mim”. Como Judas fora o único dos discípulos que realmente compreendera a missão, Jesus fez dele o responsável por denunciá-lo ao Sinédrio. O discípulo articulou tudo de forma a parecer que por trinta dinheiros o havia de fato vendido e assim o fez. Enforcou-se não por arrependimento, mas pelo excessivo peso de sua obrigação.
Quando Jesus o chamou à parte e com ele articulou a necessidade daquela difícil tarefa, advertiu-o serenamente: “Serás amaldiçoado”. Judas, então, cumpriu sua espinhosa missão, e hoje sabemos que sem ele não haveria o Cristianismo.
Sempre exemplificando o que ensinava, em seu martírio imenso, Jesus a todos perdoou e rogou ao Pai para que lhes perdoasse, pois não sabiam o que faziam. Judas até hoje é alvo da intransigência, da intolerância e da ira de todos, até da igreja, e que não o perdoam. Até hoje Judas é considerado um ser “imundo”, sempre lembrado nas horas críticas de falhas e de personificação dos males de todos nós e de todos os nós.
Ao retornar do túmulo ao terceiro dia teria o Cristo ido à mansão dos mortos. Um espírito de escol como ele, cristal sem jaça, personificação da Luz, o que teria Ele ido fazer na mansão dos mortos?
Com certeza foi resgatar aquele irmão que se sacrificou para que o Mestre finalmente cumprisse sua Missão. O Amor que sempre pregou, o perdão que sempre praticou o fez ir até Judas para beijá-lo e conduzi-lo às paragens do Reino do Pai.
Mais uma vez exemplificava o que falava.







29.08.08

A HISTÓRIA DE BRIAN

Ele quase não viu a senhora com o carro no acostamento, mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém havia parado para ajudar na última hora. Será que ia aprontar alguma? Ele não parecia seguro, parecia, isto sim, pobre e faminto. Ele percebeu que ela estava com muito medo e disse: Eu estou aqui para ajudá-la, madame. Porque não espera um pouco no carro onde está quentinho? Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante. Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro e logo ele já estava trocando o pneu. Mas ele ficou todo sujo e ainda ferira uma das mãos. Enquanto ele apertava as porcas da roda, ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St. Louis e que não sabia como agradecer a preciosa ajuda. Bryan apenas sorriu enquanto se levantava. Ela lhe perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria sido pouco para ela. Já tinha imaginado todas as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado. Bryan não pensava em dinheiro, gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante. Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. Ele respondeu: Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para essa pessoa a ajuda que precisar. E acrescentou: E pense em mim. Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.. Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo para casa, desaparecendo no crepúsculo. Algumas milhas abaixo, a senhora encontrou um pequeno restaurante, tipo pé sujo. A cena inteira era estranha para ela. A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse se esfregar e secar os cabelos molhados e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo com os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pode apagar. A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Bryan. Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais quatro notas de cem dólares. Havia lágrimas em seus olhos, quando leu o que a senhora escreveu. Dizia:Você não me deve nada, eu já tenho bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você quiser realmente me reembolsar, não deixe que esse círculo de amor termine em você. Bem, havia muita coisa para fazer, mesas para limpar, fregueses para atender.
Aquela noite quando foi para casa e se deitou na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora havia escrito. Como pode aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê pra o próximo mês, estava tudo muito difícil. Ela virou-se para o preocupado marido, que dormia ao seu lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou: Tudo ficará bem! Eu te amo Bryan.
(PENSEM NISSO)












































28.08.08

ONDE TUDO COMEÇOU -5

Disso tudo deveria nascer uma religião forte como servia ao império romano. Veio ainda a ser criados os simbolismos da Sagrada Família e de todos os Santos, mas as verdades do real cânone do Novo Testamento e parte das Sagradas Escrituras deviam ser suprimidas ou ocultadas, inclusive as obras de Sócrates e outras Filosofias contrárias aos interesses da Igreja que nascia.
Quando Roma tornou-se o famoso império mundial, assimilou no seu sistema os deuses e as religiões dos vários países pagãos que dominava. Com certeza, a Babilônia era a fonte do paganismo desses países, o que nos leva a constatar que a religião primitiva da Roma pagã não era outra senão o culto babilônico. No decorrer dos anos, os Líderes da época começaram a atribuir a si mesmos o poder de "senhores do povo" de Deus, no lugar da Mensagem deixada por Cristo. Na época da Igreja Primitiva, os verdadeiros Cristãos eram jogados aos leões. Bastava se recusar a seguir os falsos ensinamentos e o castigo vinha a galope. O paganismo babilônico imperava a custa de vidas humanas.
Por influência dos imperadores Constantino e Teodósio, o Cristianismo tornou-se a religião oficial do Império Romano e entrou no desvio. Institucionalizou-se; surgiu o profissionalismo religioso; práticas exteriores do paganismo foram assimiladas; criaram-se ritos e rezas, ofícios e oficiantes. Toda uma estrutura teológica foi montada para atender às pretensões absolutistas da casta sacerdotal dominante, que se impunha aos fiéis com a draconiana afirmação : "Fora da Igreja não há salvação".
Além disso, Constantino queria um Império unido e forte, sem dissensões. Para manter o seu domínio sobre os homens e estabelecer a ditadura religiosa, as autoridades eclesiásticas romanas deviam manter a ignorância sobre as filosofias e Escrituras. A mesma Bíblia devia ser diferente. Devia exaltar Deus e os Patriarcas mas, também, um Deus forte, para se opor ao próprio Jeová dos Hebreus, ao Buda, aos poderosos deuses do Olimpo.
Esta lógica foi adotada pelas forças clericais mancomunadas com a política romana, que precisava desta religião forte o bastante para impor-se aos povos conquistados e reprimidos por Roma para assegurar-se nas regiões invadidas, onde dominavam as terras, mas não o espírito dos povos ocupados. Em troca, o Cristianismo ganhava a Universalidade, pois queria se tornar "A Religião Imperial Católica Apostólica Romana", a Toda Poderosa, que vinha a ser sustentada pela força, ao mesmo tempo em que simulava a graça divina, recomendando o arrependimento e perdão, mas que na prática, derrotava seus inimigos a golpes de espada.
Então não era da tolerância pregada pelo Cristianismo que Constantino precisava, mas de uma religião autoritária, rígida, sem evasivas, de longo alcance, com raízes profundas no passado e uma promessa inflexível no futuro, estabelecida mediante poderes, leis e costumes terrenos.
Para isso, Constantino devia adaptar a Religião do Carpinteiro, dando-lhes origens divinas e assim impressionaria mais o povo o qual sabendo que Jesus era reconhecido como o próprio Deus na nova religião que nascia, haveria facilidade de impor a sua estrutura hierárquica, seu regime monárquico imperial, e assim os seus poderes ganhariam amplos limites, quase inatingíveis.
Quando Constantino morreu, em 337, foi batizado e enterrado na consideração de que ele se tornara um décimo terceiro Apóstolo, e na iconografia eclesiástica veio a ser representado recebendo a coroa das mãos de Deus.
Outras e ferrenhas discussões aconteceram quando da determinação de quais seriam os livros considerados ou não dentro das Sagradas Escrituras, pois não havia consenso para isso.
Os quatro evangelhos canônicos, que se acredita terem sido inspirados pelo Espírito Santo, não eram aceitos como tais no início da Igreja. O bispo de Lyon, Irineu, explica os pitorescos critérios utilizados na escolha dos quatro evangelhos (reparem na fragilidade dos argumentos...) : "O evangelho é a coluna da Igreja, a Igreja está espalhada por todo o mundo, o mundo tem quatro regiões, e convém, portanto, que haja também quatro evangelhos. O evangelho é o sopro do vento divino da vida para os homens, e pois, como há quatro ventos cardinais, daí a necessidade de quatro evangelhos. (...) O Verbo criador do Universo reina e brilha sobre os querubins, os querubins têm quatro formas, eis porque o Verbo nos obsequiou com quatro evangelhos”.

A VERDADE VAI CHEGANDO

O homem é um animal sempre a procura de sua verdade. Ele não sabe que verdade é essa, mas procura incessantemente. Vai acabar achando. Temos pela frente os inúmeros mistérios que nos rondam e nos deixam temerosos de descobri-los, mas continuamos a procurar.
São muitas as experiências que fazemos. São muitas as descobertas que fazemos. Com elas descobrimos o quanto nossa vida pode ser melhorada e prolongada.
Temos muita preocupação com o exterior também. Ainda agora as sondas espaciais americanas vasculham o solo marciano a procura de vida. Vestígios de água animam os cientistas e acham que isso possa ser sinal de vida. E vida é o que não falta por lá. Apenas nem desconfiam onde achá-la.
A vida no planeta Marte é subterrânea.
Quem faz essa observação é o jovem Boris Kipriyanovich, ou Boriska. Esse menino tem apenas doze anos e nasceu a 11 de janeiro de 1996, na cidade de Zhirinovsk – Rússia. Conta sua mãe que com apenas quinze dias conseguia sustentar a própria cabeça; começou a falar aos quatro meses e com um ano e meio já lia jornais. Aos dois anos, já no jardim de infância, observaram os professores que ele aprendia tudo com facilidade e era de uma memória extraordinária.
Boriska há anos vem aparecendo em jornais, revistas e documentários do mundo inteiro. É considerado um dos mais destacados seres humanos por seus dotes especiais, alto grau de inteligência e surpreendentes conhecimentos sobre o Universo, extraterrestres, o passado arcaico da Terra, mistérios da antiguidade e futuro do planeta.
Ainda conforme sua mãe, Boriska costuma visitar um local próximo de sua cidade, a montanha Medvedetskaya Gryada, considerada “zona anômala”, onde ele encontra o ambiente ideal para o que ele chama de reposição de suas energias. “Muitas vezes ele se senta em posição de lótus e começa a falar detalhadamente sobre o planeta Marte, sistemas planetários e outras civilizações”. Um dos temas preferidos do rapaz é o espaço cósmico. Ele afirma que viveu em Marte e diz que o planeta é habitado, embora tenha, uma vez, perdido sua atmosfera depois de uma enorme catástrofe e eles, os marcianos, vivem em cidades subterrâneas.
Boriska diz que costumava visitar a Terra pilotando uma nave espacial e que nosso planeta era dominado pela civilização Lemuriana cujo declínio, que ele presenciou, fora causado pela degradação espiritual daquela Humanidade. Após a leitura de um livro, Boriska ficou muito entusiasmado com as descrições dos lemurianos, as imagens dos templos tibetanos e passou muitas horas falando com os pais sobre a Lemúria, seu povo, sua cultura. Segundo ele, os lemurianos dominaram a Terra há setenta mil anos e eram gigantes de nove metros de altura. Perguntado como sabia essas coisas respondeu: “Eu sei, eu vi”.
Olhando as figuras desse livro, Boriska comentava sobre as pirâmides, os santuários e revelou: “As pessoas não vão encontrar os conhecimentos antigos embaixo da Grande Pirâmide de Quéops. Esse conhecimento está oculto no subterrâneo de uma outra pirâmide que ainda não foi descoberta”, e acrescentou: “A Humanidade vai se surpreender e até mudar quando conseguirem abrir a Esfinge; há um mecanismo de abertura em algum lugar atrás de uma orelha, não me lembro exatamente onde”.
Ele nos adverte sobre a alteração dos pólos magnéticos da Terra que, em breve, causará duas grandes catástrofes – sem citá-las. Uma será em 2009 e a outra em 2013. Poucos sobreviverão. “Você tem medo da morte?” “Não, eu não tenho medo da morte porque nós vivemos eternamente. Houve uma catástrofe em Marte, onde eu vivia. Pessoas ainda vivem lá. Houve uma guerra nuclear e tudo virou cinza. Mas eles construíram abrigos e criaram novas armas. Os marcianos, em geral, respiram dióxido de carbono. Se viajassem para outro planeta teriam de se manter vivos usando respiradouros adequados”.
Estes relatos, que mais parecem ficção cientifica, são ditados por verdades que aos poucos vão nos chegando, assustando e nos preparando para um futuro breve, muito breve.